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Facebook explica porque bloqueou Vine

Facebook explica porque bloqueou Vine

| On 27, Jan 2013

Em resposta às notícias de que teria bloqueado o acesso do Vine, o Facebook esclareceu a sua política de utilização da plataforma.

Num post publicado no blog dedicado aos programadores, o Facebook esclarece algumas das políticas que aplica à sua plataforma. Apesar de não nomear a aplicação lançada recentemente pelo Twitter, é bastante óbvio que é ao Vine que se refere quando escreve:

Para algumas aplicações que usam o Facebook para replicar as nossas funções ou crescer de uma maneira que crie pouco valor para os utilizadores do Facebook, tal como não fornecer aos utilizadores uma maneira fácil de partilha na nossa rede social, temos aplicado políticas contra tais comportamentos que hoje esclarecemos (cf. I.10).

I.10
Reciprocidade e Replicação das funções-base: (a) Reciprocidade: a Plataforma do Facebook permite ao s programadores construir experiências sociais personalizadas através da Graph API e outras API relacionadas. Se utilizar algumas das API do Facebook para construir experiências sociais ou personalizadas, deve igualmente permitir que os utilizadores partilhem essas experiências com os demais utilizadores no Facebook. (b) Replicação das funções-base: É proibido utilizar a Plataforma do Facebook para promover ou exportar informação dos utilizadores para um produto ou serviço que replique uma função-base de um produto ou serviço do Facebook sem autorização.

Por outras palavras, se os programadores querem ter acesso a informação atráves da Graph API para construir uma experiência personalizada do Facebook dentro da aplicação devem facilitar aos utilizadores a partilha dessa informação da aplicação para o Facebook. Para além disso, os programadores devem pedir autorização ao Facebook para promover e exportar informação dos utilizadores para um serviço que “replique um produto ou serviço do Facebook”.

No caso do Vine, o serviço permite a partilha no Facebook ou Twitter. No entanto, o facto de ser uma rede social secundária parece caber na definição do Facebook de “replicar um produto ou serviço do Facebook”. Embora o Vine possa pedir autorização ao Facebook para ter acesso à Graph API, dada a guerra em curso entre as duas redes sociais, essa é uma solução muito pouco plausível.

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