Facebook desligou duas máquinas de inteligência artificial por serem… demasiado burras 0

Estas duas máquinas conseguiram criar a sua própria linguagem para comunicar entre si, mas o Facebook decidiu desligá-las. Não por serem demasiado inteligentes, antes pelo contrário.

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As escaramuças do novo diretor de comunicação de Trump duraram apenas 10 dias 0

Anthony Scaramucci foi despedido do cargo de diretor de comunicação da Casa Branca… ao fim de apenas 10 dias.

A informação foi primeiro avançada pelo “The New York Times” e mais tarde confirmada pela Casa Branca. O jornal norte-americano avança que o afastamento de Scaramucci foi pedido pelo novo chefe de gabinete, John Kelly, embora a administração de Trump diga que a iniciativa partiu do próprio Scaramucci.

Anthony Scaramucci deu nas vistas pela linguagem obscena utilizada para criticar o responsável pela estratégia da Casa Braca, Steve Bannon. O agora ex-diretor de comunicação de Trump referiu-se desta maneira a Bannon: “Eu não sou o Steve Bannon, não estou a tentar chupar a minha própria p***“.

Além disso, Scaramucci entrou também em confronto com Reince Priebus, chefe de gabinete de Donald Trump que viria a ser substituído por John Kelly. Segundo Scaramucci, Priebus seria um “esquizofrénico paranóico do c******, um paranóico” e que não ficaria muito mais tempo na Casa Branca, o que veio a confirmar-se.

No entanto, o único confronto que não terá conseguido ganhar foi com o novo cehfe de gabinete de Donald Trump, John Kelly. De acordo com a informação avançada nos Estados Unidos, Scaramucci ter-lhe-á dito que reportava diretamente ao presidente norte-americano, ao que o general lhe terá respondido que estava despedido, uma vez que John Kelly já tinha afirmado, em reunião de staff, que seria ele a assumir o comando.

Em comunicado, a Casa Branca diz que Scaramucci “achou que era melhor dar espaço ao novo chefe de gabinete para recomeçar do zero e escolher a própria equipa“. Esta é a 16.ª baixa na administração de Donald Trump desde que tomou posse há cerca de seis meses.

Recorde-se que Anthony Scaramucci foi um dos conselheiros de Donald Trump durante a campanha presidencial e há muito que esperava por um cargo na administração.

Antes de assumir o cargo de diretor de comunicação da Casa Branca, Scaramucci vendeu a participação de 45% que detinha num dos maiores fundos norte-americanos – que vale mais de 12 mil milhões de euros – por mais de 150 milhões a uma empresa chinesa.

Além disso, a mulher de Scaramucci decidiu avançar para o divórcio quando o ex-diretor de comunicação de Trump decidiu aceitar o cargo. Os dois estão casados há três anos, depois de terem começado a namorar em 2011. Deirdre Ball está grávida de nove meses de Scaramucci.

Nicolás Maduro: “A pessoa não existe ou o cartão foi anulado” 0

O presidente venezuelano tentou votar nas eleições deste domingo, mas viu o sistema de voto recusar o seu Cartão da Pátria. Tudo isto em direto para a televisão estatal.

“A pessoa não existe ou o cartão foi anulado”. Foi esta a mensagem que o sistema de voto eletrónico venezuelano devolveu quando a funcionária tentou ler o Cartão da Pátria de Nicolás Maduro.

Maduro quis ser “o primeiro a dar o voto para a paz, a soberania e a independência da Venezuela” e compareceu na sua mesa de voto, em Catia, a oeste de Caracas, bem cedo no domingo, pouco depois das seis da manhã.

O Cartão da Pátria foi lançado este ano e é um instrumento de controlo social para controlar a venda de comida racionada e registar os benefícios sociais de cada cidadão. A utilização do Cartão da Pátria era, pois, uma ação de propaganda de Nicolás Maduro que não correu da forma que desejaria.

Vamos verificar o meu Cartão da Pátria para que fique registado para sempre que eu vim votar no dia histórico da Constituinte, o 30 de Julho”, afirmou, antes de tentar votar.

A funcionária da mesa de voto leu o código do  documento presidencial no smartphone, que não reconheceu o presidente venezuelano: “A pessoa não existe ou o cartão foi anulado”. O momento foi transmitido em direto pela televisão estatal e foi imediatamente alvo de chacota pela oposição venezuelana, que apontou o caso como prova de que as eleições são uma fraude.

O écrã do smartphone estava no ar quando a mensagem de erro apareceu e foi rapidamente tirada do ar. Maduro tentou disfarçar e falou com a mulher, Cilia Flores, também ela candidata à Assembleia Nacional Constituinte. A sessão de fotografias prosseguiu e o presidente venezuelano acabou por dirigir-se a uma pequena mesa coberta com uma caixa de papelão onde acabou por votar.

Quando os Kraftwerk rejeitaram uma digressão com David Bowie e outras curiosidades 0

Este grupo alemão conheceu o sucesso mundial com músicas sobre temas tão mundanos e banais como as auto-estradas e andar de bicicleta. São autênticos criadores, tanto no que diz respeito à manipulação do som, como à criação dos seus próprios instrumentos. Passaram horas a construir os equipamentos com que atuam e vendem o próprio merchandise.

Os Kraftwerk demoraram três anos a desenhar a disposição em palco para a digressão “Computer World”

São meticulosos a esse ponto e pode dizer-se que o tempo investido valeu a pena. O grupo considerava que a disposição anterior era demasiado confusa e, dado que construíam tudo, desde os instrumentos ao equipamento de estúdio, conseguiram poupar bastante tempo na montagem do palco.

Com a nova configuração, conseguem ter tudo pronto em apenas duas horas e conseguem ainda desmontar tudo bastante mais depressa no final das atuações.

Kling Klang é muito mais do que um estúdio de gravação

Os Kraftwerk transformaram um armazém no seu quartel-general, onde gravaram álbuns inteiros, criaram os seus sons e os espetáculos em palco. Inicialmente localizado em Düsseldorf, na Alemanha, foi mais tarde relocalizado para Meerbusch-Osterath, nos arredores daquela cidade alemã.

Kling Klang tornou-se muito mais do que um motivo de orgulho, mas tornou-se também numa editora de música nos Estados Unidos e na distribuidora de todo o merchandising da banda.

“Tour de France” fez parte do filme “Breakin'”

A influência dos Kraftwerk não se ficou com os samples de “Trans-Europe Express” feitos por Afrika Bambaataa em “Planet Rock”. O single “Tour de France” (1983) fez parte do filme “Breakin'”, apesar de os Kraftwerk não terem permitido que fizesse parte da banda sonora do filme.

No entanto, tal não impediu que saísse um single misterioso, atribuído a uma banda chamada 10 Speed, com uma cover do tema “Tour de France”.

Os Kraftwerk recusaram ir em digressão com David Bowie

Durante a digressão “Station to Station”, em 1976, David Bowie queria que os Kraftwerk abrissem os seus concertos, uma vez que era um grande fã dos seus álbuns “Autobahn” (1974) e “Radio-Activity” (1975).

Os Kraftwerk recusaram o convite mas, tecnicamente, abriram para David Bowie na mesma, uma vez que o cantor tocou a “Radio-Activity” enquanto era projetado o filme mudo “Un Chien Andalou” enquanto o público entrava para o ver atuar.

“Trans-Europe Express” tentava fugir ao rótulo da Alemanha nazi

Enquanto banda, os Kraftwerk achavam que havia muita gente no Reino Unido e nos Estados Unidos que os considerava nazis, uma vez que tinham sido os nacionalistas-socialistas, sob liderança de Adolf Hitler, quem tinha desenhado e construído a rede de auto-estradas alemãs. “Autobahn”, um dos seus álbuns mais populares, quer dizer auto-estrada em alemão.

Os Kraftwerk queriam uma identidade mais europeia, não especificamente alemã, e foi esse desejo que esteve na base das letras e músicas do “Trans-Europe Express”.

“Pocket Calculator” foi gravado em cinco línguas diferentes

“Pocket Calculator” foi um dos singles extraídos do álbum “Computer World” (1981) e foi gravado em cinco línguas diferentes. Além do inglês, tem ainda versões em alemão, japonês e francês e uma versão em italiano, cantada em lip-sync ao vivo na televisão italiana.

Schneider colocou o seu primeiro vocoder analógico à venda no eBay em 2005

Construído no Instituto Nacional para a Ciência e Tecnologia da Alemanha Ocidental, este Barth Musicoder foi feito à medida de Schneider, mas há alguns anos que estava a ganhar pó no Kling Klang. Foi pela primeira vez utilizado no “Ananas Symphonie”, a última música de “Ralf und Florian” (1973).

O preço inicial de licitação foi de 425 euros e acabou por ser arrebatado por Daniel Miller, CEO da Mute Records, por 10.600 euros.

Schneider tem um dos primeiros instrumentos electrónicos de sempre

Pouco tempo depois de ter vendido o musicoder no eBay, Schneider descobriu alguns instrumentos electrónicos bastante primitivos numa adega por baixo de um observatório da Universidade de Bonn.

Foi lá que descobriu um protótipo por acabar de um vocoder moderno, criado pelo físico alemão Werner Meyer-Eppler, que morreu de insuficiência renal em 1960. Isto significa que já tinha sido criado um vocoder dez anos antes de Robert Moog e Raymond Scott terem apresentado a sua inovadora invenção.

Kraftwerk era um nome bastante provocador no início dos anos 1970

Na época em que nasceram os Kraftwerk havia um movimento ecológico bastante popular na Alemanha que se opunha à construção de fábricas (kraftwerke). Usar este nome e colocar a imagem de uma fábrica na capa do primeiro álbum foi uma atitude bastante provocativa para a altura.

A colaboração com Michael Jackson que nunca aconteceu

Ralf Hütter conheceu Michael Jackson nos anos 1980 para discutir uma colaboração que, segundo Wolfgang Flür, nunca chegou a acontecer.

Há muito que corre o rumor na indústria de que Hütter chegou aos escritórios de Michael Jackson, onde foi recebido por vários sósias do cantor norte-americano, como se fossem robôs dos Kraftwerk. Hütter negou que tal tivesse acontecido, durante uma entrevista, em 2005.

Flür acrescentou, no entanto, que não foi convidado para a tal reunião e revelou ainda ter ficado triste por não ter sido convidado para conhecer David Bowie e Iggy em 1977. Durante este encontro, Schneider e Iggy Pop foram às compras à procura de espargos, conforme revelou o cantor norte-americano durante um documentário da BBC 2.

NEOPOP: o melhor da electrónica em palco num forte medieval 0

O Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, prepara-se para receber a 12.ª edição do NEOPOP entre 3 e 5 de agosto e vai ter em palco vários artistas de renome nacional e internacional da cena electrónica.

O NEOPOP dedica-se, desde 2006, a mostrar a arte da techno, que é como quem diz o melhor do que se faz na música electrónica nacional e internacional, e este ano não é exceção. O festival volta a instalar-se no Forte de Santiago da Barra, edificado na margem direita do rio Lima durante o séc. XIII e alvo de várias remodelações e intervenções ao longo dos séculos, mas cujo objetivo nunca se alterou: a proteção do ancoradouro e da cidade de Viana do Castelo.

Não que esteja em perigo, mas o Forte de Santiago da Barra tornou-se numa espécie de protectorado da música electrónica no nosso país, levando a que outros festivais seguissem os seus passos, como tem feito o FORTE, que já vai na quarta edição, curiosamente também num espaço medieval fortificado, o castelo de Montemor-o-Velho, entre Coimbra e a Figueira da Foz.

Os nomes fortes desta edição do NEOPOP são os berlinenses Moderat, que nasceram da parceria entre Modeselektor e Apparat, Danny Tennaglia, Maceo Plex, Tale of Us e Kraftwerk, banda pioneira da cena electrónica e que influenciou vários nomes da indústria musical, em géneros tão variados como a techno, house, hip-hop, synth pop, industrial, electro pop, ambiente, entre outros tantos estilos.

Kraftwerk são, aliás, a grande atração do festival, tanto para os festivaleiros como para a própria organização. É que o grupo alemão não vem apresentar um espectáculo qualquer. Trata-se do Kraftwerk 3D, um inovador espectáculo que já apresentaram um pouco por todo o mundo, desde o MoMA, em Nova Iorque, o Tate Modern, em Londres, várias cidades nos Estados Unidos e na América do SUl, Tóquio e até na Europa. Regressam, agora, a Portugal, depois de já terem apresentado este espetáculo no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e na Casa da Música, no Porto, em 2015.

Neste espectáculo, os Kraftwerk apresentam vários dos clássicos, de uma carreira com mais de 40 anos, num grupo que já conheceu vários elementos, entre eles o teclista português Fernando Abrantes.

Mas também há um contigente de artistas nacionais para mostrar que por cá também se faz boa música electrónica: Frank Maurel, Trikk, Alex FX, Rui Vargas & Tiago, que apresentam o seu projeto Acid Aktion ou Diana Oliveira & Vasco Valente.

Horários do NEOPOP

3 de agosto
Palco NEO

Ramboiage 17h – 18h30
Switchdance 18h30 – 20h30
Dixon 20h – 22h
Rui Vargas & Tiago present Acid Aktion 22h – 00h
Freshkitos 00h – 01h
Moderat 01h – 02h30
Maceo Plex 02h30 – 04h30
Helena Hauff 04h30 – 06h30
Rødhåd 06h30 – 09h

Palco Anti

Sonja 16h – 18h
Moses & Nuno 18h – 19h
Dexter 19h – 20h
Serginho 20h – 21h30
Magazino 21h – 23h
Jane Fitz 23h – 01h
Sonja Moonear 01h – 03h
Eric Cloutier 03h – 05h
DJ Bone 05h – 07h
Solar 07h – 09h

4 de agosto
Palco NEO

Pixel82 22h – 23h30
Frank Maurel 23h30 – 00h30
Danny Tenaglia 00h30 – 02h30
Paco Osuna 02h30 – 04h30
Speedy J 04h30 – 06h30
Chris Liebing 06h30 – 08h
Loco Dice 08h – 10h

Palco Anti

Diana Oliveira & Vasco Valente 22h – 23h30
Ruuar 23h30 – 01h
Svreca 01h – 03h
Dr. Rubinstein 03h – 05h
DJ Stingray 05h – 07h
Paula Temple 07h – 09h

5 de agosto
Palco NEO

Alex FX 23h30 – 01h
Kraftwerk 3D 01h – 03h
The Field 03h – 04h
Courtesy 04h – 05h30
Octave One 05h30 – 07h
Avalon Emerson 07h – 08h30
Trikk 08h30 – 09h30
Tale Of Us 09h30 – 11h30

Palco Anti

Terzi 22h – 00h
Cardia 00h – 01h
Glove b2b Trigger 01h – 02h
Tiago Fragateiro 02h – 03h
Planetary Assault Systems 03h – 04h
Dax J 04h – 07h
Zadig 07h – 08h
Voiski 08h – 09h
Lewis Fautzi 09h – 12h

Rússia terá utilizado facebooks falsos para tentar espiar Emmanuel Macron durante as eleições francesas 0

A Rússia negou de forma veemente que tenha interferido com as eleições francesas ou divulgado emails confidenciais, mas nunca se referiu quanto à utilização de perfis falsos de Facebook para acompanhar voluntários das campanhas e espalhar informação falsa.

Vários responsáveis dos serviços de informação norte-americanos e o próprio Facebook reconheceram que houve indivíduos russos que fizeram isso mesmo, embora não possam garantir que se tenha tratado de uma operação concertada com o Kremlin.

No entanto, o Facebook informou o Congresso norte-americano sobre as conclusões a que chegou e explicou como é que os russos por detrás das contas falsas de Facebook conseguiram fazê-lo e como algumas das técnicas utilizadas eram semelhantes às usadas para piratear o Partido Democrata em 2016.

De acordo com o Facebook, os responsáveis pela maior rede social do mundo aperceberam-se de alguma actividade suspeita durante a primeira volta das presidenciais francesas, notando ainda que algumas das técnicas utilizadas para recolher informações dos funcionários da campanha de Macron eram as mesmas dos serviços secretos russos.

A tentativa de interferir com as eleições francesas foi bastante semelhante àquela que teve como alvo o processo eleitoral norte-americano. Várias contas falsas de Facebook foram utilizadas para recolher informação e os hackers esperavam igualmente poder deixar malware ou recolher os dados de login dos utilizadores.

Estas contas falsas foram ainda utilizadas para partilhar notícias falsas (as célebres fake news) e também propaganda. Nos últimos dias da campanha, os hackers divulgaram uma série de documentos provenientes das contas de email de vários elementos da campanha de Emmanuel Macron.

Em Abril, o número de contas francesas encerradas devido a comportamento inapropriado ultrapassou as 40 mil e os funcionários do Facebook trabalharam com várias ferramentas automáticas para fazer essa triagem.

Não há, no entanto, qualquer prova de que os serviços secretos estiveram por trás desta tentativa de interferências nas eleições francesas ou de que agiram a mando de Vladimir Putin. Dá para perceber, ainda assim, a facilidade com que se consegue influenciar a opinião pública e as interferências em eleições não têm de ter como alvo as máquinas de voto para ser completamente eficazes.

Emmanuel Macron acabou por derrotar Marine Le Pen na segunda volta das eleições e tornou-se presidente da França, mas é impossível deixar de pensar no resultado de actos eleitorais futuros alvo de ataques de hackers e piratas informáticos cada vez mais sofisticados.

Donald Trump vai ser estrela de desenhos animados criados por Stephen Colbert 0

Stephen Colbert tem sido um dos maiores críticos de Donald Trump e toda a sua administração, utilizando o seu “The Late Show” como plataforma para criticar o presidente norte-americano.

Em maio do ano passado, por exemplo, Stephen Colbert disse a Donald Trump o que muitos jornalistas gostariam de poder dizer, depois de o presidente norte-americano ter atacado John Dickerson, apresentador do “Face The Nation”, um dos mais respeitados jornalistas do país.

Apesar de Donald Trump já ter aparecido várias vezes no “The Late Show”, ultimamente tem sido substituído no programa por um desenho animado.

Ora bem, esse pequeno desenho animado vai ter o seu próprio programa no outono.

Ainda não há título para a série da Showtime, que vai contar com 10 episódios, mas Stephen Colbert descreve-a como “uma comédia sobre o local de trabalho onde o escritório, por acaso, é oval“.

Stephen Colbert fez carreira no “The Daily Show”, da Comedy Central, tendo entrado antes mesmo do icónico apresentador Jon Stewart. No programa, tinha a sua própria rúbrica, “The Colbert Report”, antes de ter saído para a NBC para apresentar o “The Late Show”, que tem vindo a registar um aumento de audiências desde que Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos.

Anthony Scaramucci: “Eu não sou o Steve Bannon, não estou a tentar chupar a minha própria p***” 1

Anthony Scaramucci foi contratado durante a semana passada para ser o novo diretor de comunicação da Casa Branca, obrigando Sean Spicer, secretário de estado de imprensa, a demitir-se em rota de colisão com o presidente norte-americano.

Nem há uma semana no cargo, Scaramucci já começou a fazer ondas e a disparar em todas as direções, à boa maneira “trumpista”. O novo diretor de comunicação atirou-se a Ryan Lizza, jornalista do “The New Yorker”.

O novo diretor de comunicação de Trump não gostou que o repórter tivesse tweetado sobre um jantar que Scaramucci teve com o presidente; a primeira dama; Sean Hannity, jornalista da FOX News; e Bill Shine, antigo responsável da FOX News. Scaramucci ameaçou “eliminar toda a gente” da equipa de comunicação da Casa Branca por causa desta fuga de informação.

Sobre o chefe de gabinete, Reince Priebus, Scaramucci descreveu-o como “esquizofrénico paranóico do c******, um paranóico“, acrescentando que Priebus iria ser forçado a demitir-se em breve. O chefe de gabinete, que se opôs à nomeação de Scaramucci para o novo cargo, não comentou estas declarações.

Steve Bannon, conselheiros estratégico de Donald Trump. também foi alvo das críticas de Scaramucci: “Eu não sou o Steve Bannon, não estou a tentar chupar a minha própria p***. Não estou a tentar ser reconhecido às custas do c****** da força do presidente, estou aqui para servir o país“, atacou.

Apesar da violência dos ataques, Scaramucci não pediu desculpa. Utilizou, no entanto, o Twitter, à semelhança de Donald Trump, para garantir que vai tentar não dizer tantas asneiras, mas manteve que irá continuar com a “defesa apaixonada” do presidente norte-americano.

Rodrigo Amarante vem para conhecer a terra que carrega no nome 0

Há um oceano que separa Portugal e Brasil, mas o sangue é mais forte do que as distâncias que possam levantar-se. Demorou, mas Rodrigo Amarante conseguiu finalmente conhecer a terra de que o avô tanta vezes lhe falou e insistiu para que fosse conhecer.

Antes de atuar este domingo, no Festival MIMO, Rodrigo Amarante falou com o HASHTAG sobre as raízes portuguesas que nunca tinha conhecido. É que Amarante é muito mais do que o apelido, é também a terra dos antepassados, uma terra que nunca tinha tido oportunidade de conhecer quando esteve em Portugal.

O meu nome vem daqui, não é só uma coincidência, é da família da minha mãe. Alguém, essa é uma das coisas que estou aqui para descobrir, saiu daqui de Amarante e foi para o Brasil… Acho que eram três irmãos, não sei bem a história. O meu sangue, de alguma maneira, vem daqui“, contou Rodrigo.

A vinda a Amarante é algo por que há muito ansiava. Rodrigo Amarante já tocou “mais de 15 vezes” em Portugal, esteve “milhares de vezes no Porto“, mas nunca conseguiu arranjar tempo para visitar Amarante. Foi o avô que sempre o “chateou” para conhecer a terra dos seus antepassados.

Estou muito feliz, estou há anos e anos… O meu avô ‘encheu-me o saco’ para vir aqui e eu nunca tinha conseguido. Já vim a Portugal várias vezes, já vim ao Porto milhares de vezes… Mas nunca dá tempo no meio de uma digressão, não é? Fiquei feliz com o convite para vir aqui tocar e aqui estou“, prosseguiu.

E como está a ser conhecer Amarante? “Cheguei há dois dias e vou embora no dia a seguir ao concerto. Amarante é linda. Linda, linda, linda! Já tomei banho no rio, passeei… Ainda vou andar mais, mas é linda!

Quanto ao espetáculo deste domingo, Rodrigo vem para, simplesmente, cantar as suas músicas. Lançou o álbum “Cavalo” há pouco tempo e prepara-se para, assim que regressar a Los Angeles, gravar o próximo trabalho.

Acabei de gravar uma música para um filme, foi a primeira vez que o fiz, e começo a gravar o próximo disco assim que voltar para Los Angeles. Ainda tenho de escrever um bocado, mas já está mais de metade escrito“.

Rodrigo Amarante toca este domingo no Parque Ribeirinho de Amarante, a partir das 21h45.

Não, Manel Cruz ainda não acabou e até tem música nova 0

Aos 42 anos, Manel Cruz continua aí para as curvas e depois da “Estação de Serviço” decidiu estender o seu caminho musical, que vai conhecer novo álbum em 2018.

Manel Cruz é esperado em Amarante este domingo, no Festival MIMO, e esta sexta-feira deixou um cheirinho, não só do que vai ser esse concerto, mas também o resto da digressão que fará este verão. Em palco deverá apresentar aquilo em que tem andado a trabalhar, mas também as canções mais antigas, do tempo em que liderava a banda de culto Ornatos Violeta ou o projeto Foge Foge Bandido.

“Ainda não acabei” é o nome da nova música, demasiado curta para quem tanto gosta de o ouvir, mas mostra que Manel Cruz continua igual a si mesmo: criativo, as emoções cruas em cada palavra que canta, reinventando-se a cada novo projeto que apresenta. Trata-se, na verdade, de uma nova etapa da sua vida musical, como pode ler-se na pequena nota que acompanha o vídeo publicado no YouTube.

E se não sonhamos, nem vemos metade de quem é, como canta Manel Cruz, só nos resta senão imaginar que mais quer ele cantar. Resta-nos agradecer a sorte que temos de Manel Cruz adorar esta vida, sofrida, e de, como nos garante, ainda não ter acabado.

A acompanhar Manel Cruz em “Extensão de Serviço” continuam Nico Tricot (teclado e voz), Edu Silva (baixo e voz), e António Serginho (percussão), os mesmos que com ele tocaram nos dois últimos anos, na “Estação de Serviço”.

Depois de Amarante, o cantor nortenho é esperado no Sol da Caparica, a 12 de agosto, e no Vodafone Paredes de Coura, uma semana depois. Em novembro viaja até ao Brasil, para atuar na edição brasileira do mesmo Festival MIMO.

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