Mais três nomes confirmados no Vodafone Mexefest 0

IAMDDB, Liars e Liniker e os Caramelows são as mais recentes confirmações do festival que coloca a capital a mexer no eixo Marquês de Pombal-Avenida da Liberdade-Restauradores, marcado para 24 e 25 de novembro.

Depois do anúncio de que Allen Halloween, Karlon e Statik Selektah iam reforçar a aposta no hip-hop neste Mexefest, são conhecidos mais três nomes que compõem o cartaz do festival.

Oriunda de Manchester, IAMDDB conjuga da melhor maneira as batidas trap e hip-hop com as harmonias do jazz, sem esquecer as influências africanas. A influência jazz vem do pai, Manuel de Brito, saxofonista angolano que a levou a conhecer o seu país e a incorporar as raízes angolanas na música que faz. Outras fontes de inspiração são Jimmy Dulu, também do jazz africano, ou a artista londrina Lianne La Havas.

Depois de “Waeveybby, Volume 1” e “Vibe, Volume 2”, IAMDDB apresenta-nos o EP “Hood Rich, Volume 3”, de que “Shade” é o primeiro single.

Liars apresentam um pós-punk com laivos de electrónica, com um percurso com influências de Delta 5 ou Gang of Four, mas sempre à procura de uma identidade própria. Depois do sucesso do primeiro álbum, “They Trew Us All in a Trench”, Liars deram-nos ainda “Drum’s Not Dead” e “Sisterworld”, antes do último “TFCF”, editado este ano.

Já Liniker e os Caramelows trazem ao Mexefest a não só a música popular brasileira, mas também muito soul e várias baladas latinas, com referências como Tima Maia ou Ney Matogrosso. Depois da digressão por Terras de Vera Cruz, chegam finalmente à Europa para mostrar o talento de Liniker Barros, cantora e compositora, que se faz acompanhar por Renata Éssis (backing vocals), Marja Lenski (percussão), Rafael Barone (baixo), William Zaharanszki (guitarra), Péricles Zuanon (bateria), Fernando TRZ (teclados), Graziella Pizani (trompete) e Eder Araújo (saxofone).

Os bilhetes já estão à venda na Blueticket. O passe geral custa 45 euros até ao início do festival; nos dias do espectáculo o preço sobe para 50 euros. Os clientes Vodafone conseguem comprar o bilhete mais barato através da aplicação oficial do festival.

Vodafone Mexefest volta a apostar no hip-hop 0

Se o Capitólio foi, no ano passado, o bastião do hip-hop no Mexefest, com atuações de Valas, Nerve & Mike El Nite (com participações de Blasph e Capicua) e Talib Kweli com Niko Is. Brasileiro, a organização decidiu repetir a dose e apostar em mais nomes do hip-hop.

Este ano, é a vez de Allen Halloween, Karlon e Statik Selektah fazerem parte do cartaz do Mexefest – juntando-se ao já confirmado Valete, que no ano passado esteve na plateia a assistir com outros nomes consagrados do hip-hop nacional como Xeg, Fuse ou Carlão -, numa altura em que estamos a pouco mais de dois meses do evento, marcado para 24 e 25 de novembro.

Allen Halloween é um dos nomes maiores do rap português. Depois de três álbuns de originais, o rapper iniciou o “Unpluguetto”, projeto acústico que revisita não só vários dos clássicos da carreira, como S.O.S. Mundo, onze anos depois de ter sido lançado, mas também covers de outros autores portugueses.

Karlon é outro nome conhecido do rap “tuga”. Foi um dos primeiros a rimar em crioulo e vem ao Mexefest apresentar o mais recente trabalho, “Passaporti”, onde estão bastante presentes as influências do funaná, música tradicional de Cabo Verde.

Finalmente, Statik Selektah. O DJ e produtor norte-americano tem trabalho novo, “8”, que só chega aos escaparates em dezembro, mas poderemos conhecê-lo em primeira mão no festival que põe Lisboa a mexer no eixo Marquês de Pombal-Avenida da Liberdade-Restauradores.

Allen Halloween, Karlon e Statik Selektah juntam-se assim aos nomes já confirmados: Cigarettes After Sex, Valete, Destroyer, Julia Holter, Manel Cruz, Songhoy Blues, Aldous Harding, Childhood e Pauli., entre outros.

Os bilhetes já estão à venda na Blueticket. O passe geral custa 45 euros até ao início do festival; nos dias do espectáculo o preço sobe para 50 euros. Os clientes Vodafone conseguem comprar o bilhete mais barato através da aplicação oficial do festival.

Branko traz a Enchufada ao estúdio da Time Out para fazer a festa na zona 0

Branko passou os últimos anos a viajar pelo mundo inteiro, seja com os Buraka Som Sistema, grupo que fundou em 2005, seja em nome próprio. Durante este tempo, andou à procura das melhores sonoridades para nos apresentar aquele que é o seu ideal de música eletrónica.

Foi desta busca incessante que nasceu a #EnchufadaNaZona. Primeiro como programa de rádio na NTS Radio e depois como compilação, com paragens no NOS Alive e Lisboa Dance Festival, festivais que contaram com a curadoria do DJ e produtor português.

Uma forma de medir o sucesso desta iniciativa é olhar para os números: a compilação foi tocada mais de um milhão de vezes no Spotify… em apenas quatro semanas.

A próxima paragem desta viagem que Branko começou e quer partilhar connosco é no Estúdio da Time Out, no dia 6 de outubro. A acompanhá-lo, o produtor traz consigo Mina, Dotorado Pro, Rastronaut e KKiNG KONG.

Mas a viagem não se fica por aqui: além do programa de rádio, da compilação e das atuações no Estúdio Time Out, Branko está ainda a preparar um programa a transmitir na RTP2 depois do verão.

Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline e custam 8 euros em preço early bird até dia 11 de setembro. Depois desta data o preço aumenta para 12 euros até dia 5 de outubro. No dia do evento, a entrada custará 15 euros.

Académica prepara deslocação ao D. Afonso Henriques 0

A Académica prossegue sexta-feira a preparação para o jogo frente ao Vitória de Guimarães B, partida que conta para a 6.ª jornada da Ledman LigaPRO e que se disputa no sábado, pelas 16 horas, no Estádio D. Afonso Henriques.

Os estudantes treinam às 9h30 no Campo de Treinos Dr. Francisco Soares, à porta fechada. Após o treino, pelas 11h30,  Ivo Vieira faz a habitual antevisão do desafio em conferência de imprensa.

Recebeu uma mensagem sobre uma ameaça terrorista? Autoridades dizem que não há razão para alarme 0

Têm circulado pelas redes sociais e em vários grupos de WhatsApp algumas mensagens a alertar as pessoas para o aumento do nível de alerta terrorista em Lisboa. Face a estas mensagens e rumores, as autoridades emitiram um comunicado a afirmar que o nível de alerta se mantém moderado.

Uma das mensagens em questão alertava para o facto de vários hotéis e embaixadas em Lisboa terem sido alertados para a presença de terroristas em Lisboa, aconselhando as pessoas a não frequentarem centros comerciais ou locais fechados com muita gente. O mesmo aviso foi feito em alguns hospitais da cidade.

Portugal não alterou o grau de ameaça, que se mantém em grau moderado“, garantiu a secretaria-geral do Sistema de segurança Interna, em comunicado.

Helena Fazenda acrescenta ainda que “todas as forças e serviços de segurança que integram a Unidade de Coordenação Anti-Terrorismo estão a trabalhar em completa articulação e em cooperação com as suas congéneres, acompanhando o contexto internacional no âmbito da ameaça terrorista“.

No entanto, o Público escreve esta quinta-feira que estas mensagens não são apenas rumores. De acordo com o diário, as autoridades estão preocupadas com aquilo que é descrito como sendo uma “eventual ameaça” terrorista. Nesse sentido, a Unidade de Coordenação Anti-Terrorista ter-se-á reunido para discutir o problema.

O Observador escreve, por sua vez, que desta reunião saiu a decisão de manter o grau de alerta em moderado. Fonte do Serviço de Informações e Segurança contou ao diário online que “foram detetados sinais que obrigaram a apertar a malha de controlo, mas não foi detetada a presença de qualquer comando ou elemento com ligações a movimentos terroristas em território nacional”.

Autoridades em alerta por causa de “eventos no fim-de-semana”

Também o porta-voz da Direção Nacional da PSP, Hugo Palma, assegurou à Agência Lusa que “não há identificação de qualquer risco ou ameaça terrorista” em Portugal, apesar das medidas preventivas adotadas devido a eventos de verão que se realizam este fim-de-semana, como é o caso do Red Bull Air Race, no Porto.

Sobre as mensagens que andam a circular nas redes sociais e vários grupos no WhatsApp, fonte da PSP já tinha garantido ao Público que não havia qualquer alerta terrorista na capital: “A PSP não confirma esse dado, em princípio é uma informação falsa que circula na Internet“.

Estes rumores chegaram inclusivamente à Câmara de Lisboa que também não confirma a existência de uma ameaça.

Também o primeiro-ministro garante que se mantém o alerta moderado de terrorismo em Portugal: “É uma ameaça global, que pode estar em todo o sítio. É obviamente dever dos serviços analisar e avaliar cada informação que surge“, garantiu António Costa, à margem da visitada Feira Agrícola do Norte, na Póvoa de Varzim

Medidas de segurança aumentaram desde atentado de Barcelona

Depois do atentado nas Ramblas, em Barcelona, que vitimou 16 pessoas, foram implementadas várias medidas preventivas. Entre elas, a colocação de blocos de cimento em algumas das principais vias da cidade e um maior policiamento.

Estas medidas foram pontualmente reforçadas durante esta semana, uma vez que se aproxima um fim-de-semana com muitos eventos. O Intendente Hugo Palma reforçou que as medidas preventivas preveem o alargamento dos perímetros de segurança em redor destes eventos, com a colocação de barreiras específicas. No entanto, “da parte da PSP, não há identificação de qualquer risco ou ameaça em termos de terrorismo“.

Estudantes preparam deslocação à Madeira 0

A Académica continua esta sexta-feira a preparação para o jogo frente ao União da Madeira, jogo a contar para a 3.ª jornada da Ledman LigaPRO. A partida está marcada para este sábado, às 16 horas, no Centro Desportivo da Madeira.

O treino é feito à porta fechada e está marcado para as 10 horas, na Academia Ledman. Ao meio-dia, Ivo Vieira faz a habitual antevisão ao encontro em conferência de imprensa.

Há vida a nascer por entre os escombros de Mossul 0

O hospital Al-Khansa, na zona este de Mossul, pode ser apenas uma sombra do que já foi, mas continua a ser a principal maternidade da cidade.

Apesar da destruição que se vê até onde o horizonte permite, a vida continua a nascer por entre os escombros da cidade que foi palco de uma das mais sangrentas batalhas da história do Iraque e que ficou conhecida como a Batalha de Mossul.

Quando o Estado Islâmico ocupou Mossul, em 2014, o hospital manteve-se aberto, apesar de os residentes apenas poderem utilizar uma parte das instalações.

Os combatentes traziam as suas mulheres para darem à luz“, contou à Reuters Aziz, médico e administrador do hospital. “Os residentes de Mossul vinham sempre em segundo lugar“.

Com a guerra para recuperar o controlo da cidade, o hospital ficou em muito mau estado e ainda aguarda fundos do Ministério da Saúde para poder dar início à sua reconstrução. Enquanto esperam, os responsáveis do centro hospitalar têm contado com a ajuda de várias organizações não governamentais e donativos dos habitantes de Mossul para continuar de portas abertas.

Quem também tem contribuído são os trabalhadores do hospital – desde médicos, enfermeiros e restante pessoal – apesar de não receberem salários há mais de dois anos, depois de o governo em Bagdad ter cortado os salários para impedir o financiamento do Estado Islâmico.

No interior do hospital, que serviu em grande parte de armazém para o Estado Islâmico, vê-se muito equipamento danificado e inoperacional, assim como vários medicamentos queimados, fruto da guerra sangrenta entre o Estado Islâmico e as forças governamentais.

Quando as forças leais a Bagdad lançaram a ofensiva para recuperar o controlo de Mossul, o Estado Islâmico ocupou o hospital e expulsaram os doentes lá internados, chegando mesmo a disparar contra o pessoal hospitalar para obrigá.los a sair. Com a derrota cada vez mais certa, os militantes do ISIS acabaram por fazer explodir grande parte do hospital, que acabou por ser consumido pelas chamas.

Apesar da destruição e da falta de equipamento e medicamentos, o hospital Al-Khansa viu nascer quase 1.400 bebés só em julho deste ano, talvez um sinal de que Mossul – e o Iraque – estão preparados para a reconstrução e para o renascimento depois do tempo sombrio em que viveram sob o jugo do Estado Islâmico.

Académica prepara estreia na 2.ª Liga frente ao Ac. Viseu 0

A Académica prossegue esta sexta-feira a preparação para o jogo frente ao Ac. Viseu, encontro a contar para a 1.ª jornada da Ledman LigaPRO. O jogo está marcado para este domingo, às 16 horas, no Estádio do Fontelo.

Os estudantes treinam às 9h30 no Bolão, com os primeiros 15 minutos abertos à comunicação social. Um jogador da Briosa fará a antevisão do desafio em conferência de imprensa por volta das 9h15.

A arte da techno também para ver durante o NEOPOP 0

“The Art of Techno” é uma exposição de dez telas pintadas por dez artistas que vão atuar no NEOPOP deste ano. A curiosidade? Foram pintadas enquanto dançavam em cima das telas ao som de sets de outros artistas com quem vão partilhar o palco.

É isso mesmo. A organização do festival convidou dez artistas que vão atuar no NEOPOP para dançar em cima de dez telas em branco e o resultado é o que vemos nestas imagens.

Por um momento, deixaram os pratos e as mesas de mistura e dançaram ao som da música com que costumam conquistar milhões de pessoas nas pistas de dança.

Enquanto dançavam ao som de muita da techno que vai poder ouvir-se nos próximos três dias, os artistas iam misturando cores e criando texturas ao ritmo do próprio corpo, uma autêntica homenagem à música electrónica.

A exposição foi apresentada em abril deste ano no Convento da Trindade, em Lisboa, e vai voltar a estar disponível para visita durante o NEOPOP.

Facebook desligou duas máquinas de inteligência artificial por serem… demasiado burras 0

Estas duas máquinas conseguiram criar a sua própria linguagem para comunicar entre si, mas o Facebook decidiu desligá-las. Não por serem demasiado inteligentes, antes pelo contrário.

É um receio recorrente na humanidade: a de que a inteligência artificial dê início ao apocalipse dos robôs que venha, por sua vez, ditar o fim da vida como a conhecemos. E a notícia recente de que duas máquinas de inteligência artificial do Facebook tinham começado a comunicar entre si, para lá da compreensão humana, não veio ajudar.

No entanto, estas duas máquinas mais não fizeram do que aquilo para que estavam programadas: comunicar entre si. Convém não esquecer que as máquinas comunicam com uns e zeros, em código binário, e que, por isso, não falam entre elas usando uma língua humana, como o inglês, por exemplo.

Para uma máquina, uma laranja mais não é do que uma série de uns e zeros ordenados de determinada forma que lhe permite perceber a sua cor, a palavra “laranja” e a sua relação com outros frutos.

Voltando às máquinas do Facebook, o seu objetivo era criar bots que comunicassem em inglês. Como acabaram por criar a sua própria língua, ignorando as diretivas iniciais, os engenheiros daquela rede social acabaram por desligar os protótipos e criaram outros mais inteligentes e que funcionassem como previsto.

Apesar de a ideia de duas máquinas de inteligência artificial inventarem a sua prórpia linguagem pode soar alarmante ou inesperado para pessoas fora deste campo, a verdade é que se trata de um sub-campo da inteligência artificial, com pesquisa publicada há várias décadas“, comentou Dhruv Batra, investigador do Facebook, num post no Facebook.

Isto não quer dizer que não há razões para alarme nas experiências que o Facebook está a desenvolver. O mais preocupante não é, de todo, que as máquinas tenham criada a sua própria linguagem para comunicar entre si. É que, durante esse processo, elas podem ter aprendido a mentir.

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